t

O melhor da infância

In Paris on 7 07UTC janeiro 07UTC 2010 by michevrand Etiquetado: ,

Ser gêmeo é incrível. Principalmente na infância. Você tem sempre um amiguinho da sua idade para brincar. Você e seu irmão, ou irmã, viram quase que uma coisa só. Uma bolha impenetrável de amizade, amor e confiança.

Mas teve alguém, que, até hoje não sei como, conseguiu conquistar o coração das duas pestinhas! Contrariando todas as estatísticas, Carol, a menina estridente da foto abaixo, conseguiu se encaixar no meio da panela que nós duas formávamos, a Dani e eu… ou seria eu e a Dani?

Enfim. Reencontrei essa criatura em Paris, depois de mais de 10 anos de afastamento (ela mudou de cidade e de colégio), e percebi que o amor e carinho da infância ainda permaneciam.

A gente morava no quarteirão ao lado dela, frequentávamos o mesmo parquinho e colégio, e nossas mães se tornaram amigas. Aliás, elas são muito parecidas. Nos divertimos com elas!

Na foto abaixo, a Carol protagonizando uma cena típica, e Áurea tentando disfarçar! Reparem que nenhuma criança olhou para a foto!!!

Você brinca, você belisca, você dorme junto, você ri, você chora. Durante boa parte da minha infância, Carol foi a terceira irmã. O que eu percebi: apesar do afastamento, permaneceu a intimidade. Na casa da Carol, eu me sentia em casa, e lembrava da alegria que sentia quando íamos dormir na casa dela ou viajar juntas!

Saudade de ser criança, feliz de ser adulta e poder contar com essa amiga pra sempre.

Carol,

Obrigada por tudo! Você mora no meu coração.

Post

Mais Paris e visita a Rouen, Normandia

In Uncategorized on 21 21UTC dezembro 21UTC 2009 by michevrand

Em Paris, ficamos hospedados na casa da Carol.

Fica numa cidade super charmosa, Neully sur Seine, que significa Neully sobre o rio Sena.

É bem perto de Paris. De lá, é possível ver o arco de La Defense, que foi o segundo dos quatro que seriam construídos por Napoleão.

Fica tão pertinho que fomos andando até o arco do triunfo. Quando estávamos no meio da rua, um cara de moto avançou o sinal. O Uirá gritou no ouvido do cara: “Olha o sinal, ô paraíba!”. O cara, um jovem francês, olhou pra ele assustado. Um casal que também estava atravessando se assustou. Eu fiquei rindo.

O arco tava cheiro de batata frita. É muito lindo. Tem uma escultura que é a da República, sendo a liberdade representada por uma valente e guerreira mulher.

Voltamos para casa mais cedo pois íamos pegar a estrada rumo à Rouen. A Carol, munida de seu GPS Joana, uma portuguesa, nos levou. Ela tinha uma reunião de trabalho.

Dormimos por lá, no hotel que a Carol ficaria hospedada. Uma chiquesa. Pena que os hóspedes não eram tão chisques assim. Hehehe.

Depois de brincar um pouco, dormimos. No dia seguinte, um delicioso croissant, fresquinho, com café. Boooommmm!

A cidade é um charminho. Parece uma cidade suíça. Um visual bem diferente do que vimos em Paris.

Estava beeeemmm frio. É o lugar onde a Joana D’Arc foi queimada. Na verdade, o nome dela em francês era Jeanne. Descobri isso lá. Fomos ao museu e eu fiquei impressionada com a história. Dizem que, quando ela foi queimada, o seu coração ficou intacto.

Os restos foram jogados no rio para não serem considerados relíquias. No local onde ela foi queimada, foi construída uma cruz.

O vitral da catedral de Rouen.

Quando estávamos nos preparando para ir embora, vimos uma manifestação do Greenpeace contra o uso de energia nuclear. 80% da energia elétrica usada na França é de origem nuclear. A principal usina fica perto de Rouen. Amo o Greenpeace!

Voltamos e estava anoitecendo. Fiquei impressionada com a qualidade da estrada e, quando me dei conta, a Carol estava dirigindo a 140km/h. Os pedágios são todos eletrônicos, você coloca o cartão de crédito, e recebe o ticket de volta. Simples e muito rápido.

Quero ver neve! Será que vamos conseguir?

t

Daniel Azulay e subida na Torre Eiffel!

In Paris on 12 12UTC dezembro 12UTC 2009 by michevrand Etiquetado:

Seguimos a indicação da Carol e fomos ao Museu de L’Armée ver o túmulo do Napoleão e a exposição sobre as Guerras mundiais. O museu é bem bonito, e fica super bem localizado. Descobrimos que com carteira de imprensa, paga do mesmo jeito (4X1 carteira vencendo).Resolvemos não entrar (PDC).

Percebi que o tempo estava firmando e que o dia ia ficar bonito.

Paisagem de inverno.

Resolvemos subir na torre. Voltamos andando. Quando a gente estava chegando, vimos uma figura conhecida pedindo para um casal de gringos tirar uma foto dele. Era o Daniel Azulay!!! O Uirá chamou: “Daniel, tudo bem?”. Ele veio falar com a gente super simpático:”poxa, que bom que encontrar vocês aqui, que legal vocês terem me reconhecido”. Tiramos uma foto com ele e fomos conversando até embaixo da torre.

Ele nos contou que estava em Paris para uma vernissage no Carrousel du Louvre, uma exposição com artistas de 7 países. O Daniel era um dos convidados do Brasil.  Nos chamou para ir lá à noite. Contou também curiosidades sobre a torre. Disse que quando Hitler invadiu Paris, ele tentou colocar a bandeira com a suástica no alto dela, mas os funcionários tinham trocado as manivelas, e os elevadores não funcionaram. Hitler era apaixonado por Paris, por isso a cidade foi poupada nos bombardeios. Ainda bem.

Eu posano de modelo na subida da torre.

Subimos de escada porque é mais barato e mais maneiro (PDC). Você vai apreciando a paisagem no caminho e ainda perde calorias. Na subida, vimos uns operários que estão trabalhando na revitalização da torre. Tem que ter muita coragem.

Do segundo andar até o topo só elevador mesmo.

O dia estava lindo. A vista, todo mundo já sabe, é incrível. Não dá para falar, tem que viver.

Foi no alto da torre Eiffel que passou o filme da minha vida, tudo que precisei fazer para estar ali. As humilhações, os sofrimentos, e os sapos que engoli, tudo fica tão pequenininho diante daquilo. E você só pensa que venceu.

Parece que você tá no centro do mundo, no alto de tudo. Você se sente todo poderoso.

Quase comprei uma champanha para comemorar.

Depois de uma longa fila para descer, uma coincidência imensa: encontramos um casal de australianos que conhecemos em Florença no passeio de bike, subindo a torre. Kate e Daniel.”Esse mundo é uma ervilha mesmo”, diria Carol. Fiz uma foto para reSistrar.

O fim de tarde foi deslumbrante.

Ficamos por perto para ver a torre acender.

Teve uma apresentação na pista de patinação que estava inaugurando. Ficamos para ver.

Depois a árvore acendeu, foi emocionante.

Nada melhor do que degustar um wafle com chocolate no palito. Essa é pra Luana! Fui!

t

Quai Branly

In Paris on 10 10UTC dezembro 10UTC 2009 by michevrand Etiquetado:

Aqui em Paris tem muita gente que pede dinheiro com bichinhos. Já vi um cara com um cachorro, um gato e um coelho. Isso mesmo, um coelho! Outro dia, vi um garoto abraçado num cocker spaniel para esquentar. Também vi outro com dois gatinhos. E o pior é que os bichinhos ficam cabisbaixos. Parecem que sabem o que estão fazendo. A gente vem de um país com crianças nas ruas. Ver animaizinhos não é tão triste assim, mas me comove muito.

Indo para o museu, passamos por um moço com um cachorra cheia de filhotinhos no metrô. Fiquei com peninha. Estava muito frio lá fora. O cara parecia tratar com carinho dos pobrezinhos. Pelo menos, tinha colocado os bebês no quentinho do metrô. E ainda estavam dentro de um paninho. Fiquei com o coração apertado e resolvi ajudar. Dei umas moedinhas. Espero que eles fiquem bem.

Indicados pelo Paulinho, fomos até o Quai Brandly, o museu de arte primitiva, no pé da Torre Eiffel. Xodó do presidente Jacques Chirac, o museu, construído recentemente, mostra sem remorso todo o tesouro roubado pelos franceses durante o imperialismo.

São obras magníficas, e o nome “primitiva” não me parece adequado. O Paulinho disse que eles estão mudando o nome aqui na França para “arte premiere”, que seria “primeira”… Um pouco melhor.

A fachada é modernosa. Por dentro, um ambiente que imita cavernas, com algumas das obras dentro delas, som das tribos e uma iluminação sombria.

O museu acabou se configurando como uma das melhores coisas de Paris. Uma surpresa para nós. Vendo estas máscaras, que me remeteram imediatamente às obras de Picasso, pensei como não devemos desprezar esse tesouro artístico. E como a arte transcende o tempo.

Fica sim uma ponta de revolta por tudo que foi roubado, pelos povos que foram disseminados e pelas riquezas que hoje enfeitam o museu francês.

As coisas são dispostas por continentes, dando a impressão de que todas as obras fazem parte de uma coisa só, e não considerando as especificidades de cada cultura.

Mas a visita vale muito a pena. Fica a dica para quem vier a Paris.

Olhem o tamanho desse tótem.

t

Palácio de Versailles

In Paris on 8 08UTC dezembro 08UTC 2009 by michevrand Etiquetado: , ,

Vi na previsão que hoje não ia chover. Resolvemos ir logo ao Palácio de Versailles. Chegamos, tinha uma fila grande, mas entramos direto e sem pagar graças a carteira de jornalista (3X0 carteira em Paris).

Tá rolando uma exposição de arte contemporânea interessante.

Tinha até essa instalação dentro do museu, um painel de luzes com vídeos passando.

Adorei o palácio e já escolhi o meu quarto de princesa. o Uirá disse que eu posso morar lá.

Uma paradinha para saborear uma tarte du chocolat. Uma explicação antes que pensem que sou muito gulosa. Pedi uma, a moça me serviu duas. Achei estranho, mas não sabia perguntar se era isso mesmo. Enfim, comi. Mas não foi culpa minha.

Continuamos andando até o Gand Trianon, que é a casa de campo do Luis XIV.

Andamos muito pelos jardins de Versailles, e vimos uma árvore cheia de periquitos. Coisa mais linda!

Casinha de Sapê de Maria Antonieta.

Fiz amizade com uma ovelha e acariciei ela. Nunca tinha visto uma ovelha tão peluda antes.

Muito mansa.

t

Flanando por Paris

In Paris on 8 08UTC dezembro 08UTC 2009 by michevrand Etiquetado: , ,

Estar em Paris basta. E quando você tem tempo suficiente para conhecer tudo, porque não passar um dia flanando por aí.

Esses dois aí são o Spike e o Lee. Eles estavam na porta de um salão de cabeleireiro aqui perto. No início, achei que as donas deles estavam se embelezando no salão, e que os dois ficavam na porta olhando o movimento e paquerando as gatas, quer dizer, as cachorras. Chegam a virar o rostinho para ver as meninas passando.

Depois, a Carol veio me falar que eles são “filhos” do dono do salão, e que cortam o “cabelo” por lá mesmo.

Muito fofos.

Como o natal está chegando, as confeitarias de Paris competem para ver quem exibe a vitrine mais bonita. Olha essa torta de profiteroles, que beleza!

Fui conhecer a igreja La Madeleine. Ela é linda por fora, e imita o Pathernon grego.

Lá dentro, tinha um presépio de manequins. Achei curioso pois nunca tinha visto um desse antes. Deve ser porque estamos na capital da moda…

Passamos por uma lojinha da Maille. Não resisti, comprei uma mostarda de pistache com laranja, uma de nozes, parmesão com manjericão e a clássica Dijon. Mas queria comprar a loja toda, Uirá não deixou.

Uma clássica de Paris: as pessoas andam com o pão na mão direto, sem saquinho. No meio da rua, no metrô… Vai uma baguete aí?

Pra finalizar, fiz uma sopa de letrinhas para a Carol lembrar nossa infância. A gente ficava escrevendo nossos nomes na beira do prato. Como era divertido!

Para sobremesa, torta de limão. Receita minha.

t

Museu D’Orsay e jogo do flamengo

In Paris on 7 07UTC dezembro 07UTC 2009 by michevrand Etiquetado: ,

Em Paris, estamos hospedados na casa da Carol, amiga de infância das gêmeas, que mora em Paris há dois anos. Não podíamos estar melhor acolhidos. Aqui, eu me sinto mesmo em casa.

Também pudera. Crescemos juntas. Então, mesmo com alguns anos de afastamento, a intimidade e o carinho de quase irmã permanecem. Isso é muito impressionante. Não tem como não me sentir à vontade aqui.

Tem um supermercado aqui embaixo com mil produtinhos maravilhosos, o paraíso da dispersão. Fazer compras objetivamente não é tarefa fácil. E a Carol, apesar de hoje em dia ter adotado uma alimentação mais natureba e saudável, me apoio quando resolvo fazer uns quitutes para me sentir mais perto de casa. (Aliás, hoje vou fazer um bolo pra ela, pois estamos com saudade de bolo). Depois de um café da manhã delicioso, saímos para ir ao Museu D’Orsay.

O primeiro domingo do mês em Paris é o dia em que os museus funcionam gratuitamente. Como não sabíamos se a carteira de jornalista ia funcionar, fomos. A fila estava imensa, dobrando o quarteirão. Devi ter mais de 500 pessoas. Um vento frio e uma chuva fina ainda pioravam a situação daqueles que esperavam na fila.  A coisa estava se configurando como um programa de índio até que eu tive a idéia de perguntar se jornalista pagava para voltarmos outro dia.

O segurança me disse que, além de não pagarmos, havia uma entrada especial para nós, do outro lado do museu, sem fila nenhuma! Me lembrei na hora da Luana falando “essa carteira tem que valer a pena”. Entramos direto, sem fila, foi demais. Lú, já valeu.

O museu estava bem cheio, e não conseguimos ver tudo. Mas já que é de graça, voltaremos lá. Fiquei um pouco irritada com as pessoas fotografando cada quadro. Gente, é só pegar os quadros na internet depois.

Enquanto estávamos no museu, o tempo abriu completamente, e o céu ficou com cores incríveis.Mesmo com muita fome, fiquei parando para fotografar.

Fomos para casa porque íamos assistir ao jogo do flamengo na casa de uma amiga da Carol, a Ana Paula. Além disso, eu ia ajudar a Carol a preparar um feijão que, por sinal, ficou muito bom. Ai que saudade de um feijão!

Convidamos o Paulinho, amigo do Uirá que mora e estuda em Paris, para ver o jogo com a gente. Foi muito legal estar com ele. O jogo foi sofrido. Carol fez um monte de promessas que, prefiro não comentar. Entre elas, se o Flamengo ganhasse, ia correr sem casaco na Champs Élisées.

O feijão cozinhando na panela, o futebol rolando na TV. Jogo empatado. De repente, um sofrido gol! O campeonato estava nas mãos do Flamengo.

Vitória! Promessa cumprida! Os flamenguistas comemorando pelo mundo. Nós em Paris. Encontramos mais deles perto do arco, e até eu que não sou flamengo quis sair na foto!

t

Carteira de jornalista – deu certo!

In Paris on 7 07UTC dezembro 07UTC 2009 by michevrand Etiquetado: , ,

Depois de tentar entrar em todos os museus da Itália com a carteira de jornalista sem pagar, e só receber “não”, finalmente funcionou. Entramos no Louvre sem pagar pelo ingresso. Direto. Fiquei boba.

Como não aguentamos mais arte renascentista, fomos direto ver a Monalisa. Ela ficou me encarando. Não tinha muita gente. Foi bom ficar um tempo lá. Saímos do Louvre, o dia tava lindo.

Em Paris, numa das belas esquinas.

Resolvemos ir a Montmartre ver a cidade de cima e curtir um pouco do clima, sentados na escadaria. Tinha um cara tocando música pop lentinha. Vários jovens. E a vista era incrível. Não tinha como captar, então improvisei essa panorâmica.

Até agora, Montmartre é o bairro mais charmoso de Paris pra mim. Onde foi gravado o filme “o fabuloso destino de Amelie Poulain”.

Em homenagem ao Caetano Veloso e à Lulu, resolvi abraçar essa árvore antes de voltar pra casa. Foi bom.

t

Lulu da Pomerânia

In Paris on 5 05UTC dezembro 05UTC 2009 by michevrand

Lulu voltou para o Brasil ontem. Nossa companheirona de viagem encurtou sua viagem e nos deixou para ir ao casamento de seu melhor amigo (também sabemos que a saudade do namorado estava imensa!). Amigos assim não se fazem mais hoje em dia. Senti inveja do Léo.

A verdade é que a Lú é hoje mais minha irmã do que cunhada, e ela até se parece comigo. Faz sentido. Se eu combino com o Uirá, logo a Lulu combina comigo também, pois foram criados juntos apesar de serem bem diferentes. Além disso, ela tem uns parafusos a menos, eu tenho menos ainda, a gente junta os que sobram e dá nisso aí.

Eu descobri uma porta para passar para o lado de lá. Porque ser feliz e não ter medo do ridículo é uma das coisas mais legais da vida. E como toda libriana, precisa sempre de alguém para dizer: “Vamos então”. E assim, rimos muito, zoamos da maneira mais sincera, e curtimos o que podíamos. Brigamos um pouquinho de nada também porque é normal, mas o saldo foi bem positivo.

Lulu, obrigada:

- pelas tranças que você fez no meu cabelo;

- pelas fotos que você tirou de mim sem eu saber e que ficaram lindas;

- pelos lugares maravilhosos que nos levou;

- pelos passaforas engraçados que deu na gente, haha;

- pelas histórias que nos contou;

- por fazer questão de sempre tomar um vinhozinho e deixar todo mundo relaxado;

- por sua generosidade;

- pela pressa em mostrar o mundo pra gente.

Saudade de você.

Estragando mais uma foto sua, só pra não perder a piada:

t

Paris, equanto os museus não abrem

In Paris on 5 05UTC dezembro 05UTC 2009 by michevrand Etiquetado: , , , ,

Descobrimos uma exposição no meio da rua, de grátis, em frente ao Louvre. É interessantíssimo. Chama “Retratos Autoretratos”, de Gilles Porte. Mostra a foto da criança e o desenho de como ela se vê ao lado. Existem crianças de todo o mundo. Os desenhos são impressionantes.

Menina do Camboja.

Menino da Alemanha.

Palestina.

Japão.

Benin.

Por falar em crianças, as crianças daqui vivem passeando nas ruas, em excursões para os museus. Muito lindinhos.

Depois, fomos para a praça do Louvre.

Tinha um monte de albatrozes lá, e algumas crianças estavam dando comida para eles. O Uirá foi ver, “Ah, que bunitinho”, e levou um tiro na cara. Depois, quando foi ver o que era, tinha sido batizado pela caca do albatroz. Rimos muito.

Ele lavou com a água do laguinho do Louvre.

Esse cacorro estava imóvel na frente da entrada de um prédio esperando seu dono. Fiquei com peninha, queria fazer companhia pra ele, Uirá não deixou.

Pra comer com os olhos!

Depois, tentamos entrar no Museu D’Orsay, sem sucesso. Então falei: “Vamos na roda gigante! Ebaaaaaa!”. Lú e Uirá toparam.

Depois fui descobrir que o Uirá tem trauma de roda gigante, e ficou agarrado, torcendo pra acabar logo. Eu me diverti!

A vista era impressionante.

Depois, fomos andar na Champs Élisées. A iluminação de natal é linda. Estava muito frio. Mas valeu.

O arco do triunfo!