“A grande questão a ser respondida pelo homem não é quem eu sou.
Mas o que eu desejo.
Nós somos definidos pelos nossos desejos.
Pelas escolhas que fazemos influenciados por eles.
Mas por que os seres humanos buscam fazer coisas que não querem ou que não sabem que querem?
Por que costumamos ser tão cegos aos nossos próprios desejos?
Essas são as perguntas quem nem Freud e que nem qualquer estudioso da mente humana jamais conseguirá responder com perfeição.
Porque além do nosso grande desconhecimento sobre nós mesmos, somos confrontados com o acaso, ou o acidente o tempo todo.
Mas ainda sim, perdidos em meio ao caos de uma teia de coincidências, os seres humanos conseguem ter momentos plenos de felicidade e sentidos.
É neles que conquistamos a impermanência”.
André Newman, em “Afinal, o que querem as mulheres?”
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A propósito. Encontrei essa definição de ‘impermanência’ na internet:
“Impermanência é lei divina e é em conseqüência dela que tudo evolui, recriando-se a cada segundo. É, pois, na impermanência das coisas que está o próprio progresso inexorável a que todos estamos sujeitos. Vemos a impermanência de tudo na própria natureza, quando o colorido da primavera se transforma na luz abrasadora do verão, que fenece na frutificação do outono, que descansa nas sombras frias do inverno e novamente desperta em luz viva na primavera”.
